Arquitetura Equestre

Como fazer um plano de investimento para um centro hípico

Publicado em 04/11/2016 às 09h10

Ellen e George sempre sonharam em ter seu próprio negócio de cavalos. Eles encontraram uma propriedade que parecia ideal para suas necessidades, então eles visitaram seu banco para solicitar uma hipoteca. Mas a primeira coisa que o banqueiro pediu foi um plano de negócios.

Se você nunca possuiu um negócio antes, o termo "plano de negócios" pode parecer estranho para você. Mas um bom plano pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso, lucro e perda. Um plano de negócios é vital, mesmo se você já possui uma propriedade equestre e planeja expandir seu uso para estabulagem e aulas de equitação. Sem ele, você pode não perceber os custos ocultos envolvidos para transformar seu hobby em um negócio. Demora um pouco e demanda muito raciocínio para montar um bom plano de negócios, mas a longo prazo você ficará feliz por tê-lo feito.

Um bom plano de negócios responde a estas quatro perguntas:

1. Qual é o negócio?

2. Quem são seus potenciais clientes e concorrentes?

3. Quem gerenciará a empresa?

4. Quanto dinheiro você tem para investir e como você vai usar o dinheiro que você pedir emprestado?

Aqui está um exemplo de plano fictício de negócios para usar ao desenvolver o seu próprio.

“1. DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO: Descreva em que setor está o seu negócio, o tamanho da instalação que você tem em mente e as estruturas físicas incluídas na instalação.

Ellen e George Smith Horsemanship será uma área equestre de tamanho moderado que fornecerá estabulagem e treinamento de cavalos e aulas de equitação. Nos estábulos, planejamos ter entre 10-15 cavalos estabulados, 5-6 cavalos em treinamento e 4-5 cavalos para a escola.

Ellen e George Smith Horsemanship será localizado na Country Lane. Esta propriedade consiste em 30 hectares e uma fazenda. Vinte destes acres serão para terras cultivadas. Planejamos construir um estábulo, uma arena fechada e uma arena iluminada ao ar livre. Nós cercaremos toda a propriedade e também teremos alguns cercados menores para pastagem. A propriedade tem uma localização privilegiada, perto de áreas públicas (para a cavalgada em trilhas) e está a apenas 20 minutos do recinto de feiras do condado.

2. MERCADO: Descreva sua clientela alvo e dê uma ideia de quantos há em sua área e como você pretende atraí-los para o sua empresa.

Nossa clientela será quem procura estabulagem, instalações e aulas de qualidade e treinamento de cavalos nessas disciplinas. De acordo com as estatísticas do condado, a propriedade hípica e as atividades desportivas equestres devem crescer 10% ao ano na próxima década, em grande parte devido aos padrões de crescimento projetados para o próprio condado.

Muitos novos proprietários são atraídos para esta área devido à sua proximidade à área pública adequada para passeios a cavalo e a proximidade do recinto de feiras do condado, que frequentemente realiza shows equestres e competições.

3. GESTÃO: Descreva quem irá gerir o sua empresa e quem irá prestar os serviços que pretende oferecer.

Ellen e George Smith serão os proprietários e gerentes gerais das instalações. Ellen é uma competidora bem sucedida no Nível Intermediário de Salto, com fortes laços com a comunidade. George Smith é um campeão nas provas de tambor, que também fez faculdade de administração.

Ellen e George Smith Horsemanship será uma corporação de propriedade privada. Os ativos reais do negócio (terra e construção) serão de propriedade de Ellen e George Smith Horsemanship, LLC e as operações do negócio serão de propriedade de Ellen e George Smith Horsemanship, Inc. (para mais detalhes sobre a distinção entre quem possui os ativos físicos e quem possui o negócio real, veja como estruturar seu negócio).

Os membros de Ellen e George Smith Horsemanship, LLC serãoá Ellen e George Smith e cada um terá 50% de propriedade no LLC.

Outros especialistas que estarão auxiliando em nossos esforços de inicialização e servirão como consultores em uma base contínua incluem:

<Nome>, advogado, estará lidando com o processo de incorporação e nos dará assessoria sobre questões legais relativas aos planos de negócios.

<Nome> será o nosso agente de seguros. Nossas apólices de seguro incluirão seguro de propriedade; Seguro de responsabilidade civil, de custódia e de controle; mortalidade e seguro médico para os cavalos da escola; Seguro de colheitas; Responsabilidade legal geral.

<Nome>, será o nosso contador. Seu escritório irá lidar com folha de pagamento e preparação fiscal para a empresa.

<Agricultor, Gerente, ou qualquer outra pessoa que vai estar envolvido no negócio> Por exemplo: John Jones, agricultor arrendatário, vai cuidar da agricultura da terra. Ele planeja gerar gramíneas, alfafa e soja; fardar o capim e o feno de alfafa para uso em nossas instalações, e dividir o produto da venda das culturas de soja conosco por um acordo elaborado por nosso advogado.

<Nome> dono da Country Feed Store, nos manterá a par dos concentrados de ração e os regimes de alimentação para os cavalos.

<Veterinário> estará nos aconselhando sobre questões veterinárias dos animais.

<Nome> será o ferreiro do nosso haras. Ele é o ferreiro mais respeitado nesta área.

4. FINANÇAS: Nossos requisitos de capital inicial para os estábulos estão detalhados na lista anexa. Planejamos comprar o imóvel na Country Road. <Horse Business Owners> irá fornecer o pagamento da hipoteca comercial através da venda de um imóvel. Também fornecerão um caminhão reboque e outro para transporte de cavalos, para uso comercial, e fundos suficientes para cobrir os custos iniciais de feno, ração e forragem. Eles também fornecerão fundos para cercados e equipamentos agrícolas (principalmente um trator para cortar os terrenos e manutenção das arenas, incluindo outros equipamentos para uso na propriedade).

Estamos buscando financiamento para a construção de estábulo, arenas e celeiro de feno, além de uma linha de negócios de crédito operacional. A construção dos estábulos, das arenas e dos celeiros é uma despesa de capital única (e essas estruturas serão consideradas como despesa de negócio). Os reparos destas estruturas são incluídos em nossa projeção mensal do fluxo de caixa. Planejamos usar a linha de crédito para cobrir os custos iniciais desses itens e pagá-lo à medida que entra a receita proveniente das atividades do negócios.”

Você deve anexar a este plano de negócios os seguintes itens:

• Demonstrações financeiras pessoais das partes principais (por exemplo, Ellen e George Smith)

• Um balanço que mostre os ativos e passivos projetados para o negócio

• Demonstrações de resultados (e perdas) projetadas para os primeiros 3 anos

• Licenças e aprovações necessárias de agências governamentais do estado e do município, mostrando que você pode de fato usar a propriedade que você planeja comprar da maneira que você planeja usá-la. O zoneamento pode ser um empecilho quando se trata de instalações para equinos, por isso não deixe de fazer sua lição de casa aqui e de ter um advogado a bordo. Evite problemas com seus planos de negócios, tomando um cuidado especial com esta etapa.

Conforme for escrevendo seus planos de negócios, você terá uma ideia mais clara e mais concreta do que está envolvido na criação e execução de uma empresa bem sucedida, por isso considere esse tempo como parte do seu empreendimento. Se você pular essa etapa, é provável que se arrependa mais tarde. Mas enquanto você trabalha nisso, você verá seu sonho começar a tomar forma, tornando-se mais real e mais realizável! Essa é uma perspectiva emocionante!

Copyright Denise Cummins, PhD abril de 2016

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Rancho Stone Canyon

Publicado em 27/10/2016 às 10h27

Na California, próximo ao Parque Nacional Pinnacles, encontramos esse rancho equestre, que abrange 10.000 acres. Com paisagens de tirar o fôlego e uma arquitetura majestosa. 

O complexo conta com o projeto arquitetônico de Ugo Sap que, estrategicamente posicionado, proporciona uma vista deslumbrante. O ideal para quem gosta de manter sua privacidade, desfrutar da vida no campo, de cavalos e espaços abertos.

casa de campo moderna

A casa, localizada na parte mais alta, proporciona uma visão de 360° da propriedade e das construções ao redor. Jardins com paisagismo diferenciado, piscina belíssima e uma arquitetura ímpar, nos dão uma ideia do que são feitos os sonhos.

casa de campo vista montanha

Os estábulos, divididos em dois corpos, tem um lugar de destaque no complexo e sua arquitetura harmoniza perfeitamente com a da residência e o entorno.

Tanto a residência como os estábulos e arenas contam com colunas de sustentação com diâmetro bem maiores que o convencional, que lhes confere um design diferenciado e imponente.

A propriedade está a venda para quem tiver US$ 28.000.000,00 disponível. 

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Redondel para cavalos- Tamanho, tipos de fechamento e piso

Publicado em 18/10/2016 às 12h24

Um redondel pode ser uma ferramenta de grande utilidade para qualquer instalação equestre. Ele cria um ambiente seguro para trabalho, uma vez que não possuí bordas ou cantos e proporciona maior contato com o cavalo. 

dimensões redondel para cavalos

Dimensões do redondel

A dimensão do redondel pode variar de acordo com a preferência de cada proprietário ou treinador. Alguns acreditam que em um circulo grande é mais difícil controlar o animal, especialmente os que estão em treinamento e tem o costume de "empacar", o que dificulta o trabalho para o cavalo e treinador. Mas se você possuí cavalos de porte maior, eles se movem com menos passos e um redondel pequeno pode não ser o mais eficiente.  A dimensão do redondel deve estar entre 12 e 35 metros de diâmetro, não deve ser menor do que 12 metros de diâmetro, sendo que os mais comuns variam entre 15 e 20 metros.

Para calcular o número de postes o ideal você deve multiplicar o diâmetro por 3,14 para determinar a circunferência e dividi-la pelo número adequado, variando conforme tipo de material, espessura e profundidade. Você também deve levar em conta a abertura da porteira de acesso ao redondel para este calculo.  

Materiais de fechamento do redondel

redondel para cavalos

Uma estrutura de ferro pode ter a vantagem da flexibilidade (você pode montar e desmontar em outro lugar). Por outro lado, é uma opção que demanda manutenção de pintura e ferrugem, além disso, se um cavalo cair a estrutura de ferro deve ser sólida e firme o suficiente para não desmontar, o que a torna também mais cara.

A madeira é bastante utilizada, é uma solução atrativa no visual e em custo. Porém, a sua manutenção é permanente com pintura, pragas, etc. Além disso, um cavalo que dê um coice pode facilmente quebrar a madeira e se machucar.

Alguns também utilizam o concreto como opção. É uma solução que ajuda a conter a poeira dentro do redondel, o que pode ser bom ou não, dependendo da sua prioridade. É uma solução de custo elevado, pois demanda uma estrutura reforçada. Também é de forte impacto nas pernas do animal que dê um coice, podendo lesionar suas pernas e pés.

Existe uma opção pouco utilizada no Brasil, mas que nos agrada bastante, são as cerca de PVC. Sua manutenção praticamente não tem custo (somente limpeza), além disso, um animal que dê um coice não irá se machucar pois o PVC tem flexibilidade. Só há que se certificar de que o material é de qualidade.

Piso do redondel

Se você não tiver orçamento para pagar outras opções, pode deixar o interior do redondel em sua terra natural, mas é recomendável ao menos descompactar o solo no mínimo 1 metro de profundidade. Durante o período de chuvas o solo natural pode se tornar lamacento e inseguro para rodar os cavalos.

Areia é a opção ideal, pois proporcional a drenagem ideal da água da chuva, é macia para as pernas dos cavalos durante o trabalho.

Referência e imagens: Ride Magazine ; Horse Channel ; Equus Magazine

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Importância de instalações adequadas para palpação de equinos

Publicado em 13/10/2016 às 19h53

A palpação transretal é comumente usada para examinar o conteúdo abdominal em cavalos; neste caso, o trato genital. É geralmente praticado por veterinários e cientistas animais. Não é para o inexperientes. Palpação transretal é também referida como a ‘palpação retal’, ou reto-genital. O autor passou grande parte de sua carreira profissional nos Estados Unidos, onde o litígio é mais comum do que em outros lugares. Durante esses anos, fissuras retais foram uma causa comum de ações judiciais contra médicos veterinários; perdendo apenas para epistaxe causadas por tubos nasais. O autor serviu como uma testemunha especialista para a AVMA, nestes casos e aprendeu em primeira mão os erros que levaram a ações judiciais.

Cada operador tem suas preferências pessoais para a palpação transretal. Apesar do potencial de litígios, a este respeito, existem alguns padrões específicos para a palpação das associações auspiciosos, como a AVMA e AAEP. Nesta sentido, o autor baseia-se em mais de 40 anos de experiência pessoal na reprodução equina para fornecer uma orientação específica e uma perspectiva pessoal sobre o assunto.

A imagem abaixo mostra a aparência de palpação transretal em equinos em condições ideais.

O fluído cinza é de fezes e excesso de lubrificante, um potencial perigo de escorregamento. Observe também a luva vermelha, não é o ideal, na opinião do autor, pois ele pode disfarçar vestígios de sangue. Infelizmente, as luvas para a palpação transretal raramente são disponíveis em tamanhos para aqueles com mãos pequenas (uma oportunidade de marketing!). As mangas do operador são enroladas ou removidas.

Em muitos casos, as condições não são ideais. O autor já realizou palpação em campos abertos, de pé em estábulos, em éguas contidas com laços cruzados e assim por diante. Em uma ocasião memorável, uma égua indisciplinada foi examinada em pé, em um campo aberto no México, contida por alguns ‘rancheiros’, enquanto discutiam futebol. Uma ultrassonografia foi realizada com a unidade em uma caixa de papelão para sombrear sua tela. Estas foram experiências interessantes, mas em retrospectiva, temerárias. Fissuras retais são muitas vezes fatais em éguas.

Durante a palpação transretal, a lesão da égua é muito mais comum que a do operador. Talvez a razão mais comum para o sucesso nos processos contra os veterinários por fissura retal é que eles usaram uma restrição inadequada para a égua durante a palpação. Deve haver sempre um auxiliar ao lado da cabeça da égua. Esta pessoa deve ser ao mesmo tempo calmo e competente e deve ficar ao lado da cabeça da égua para evitar lesões dos membros anteriores ou ser atropelado se uma égua investe para a frente. Um segundo auxiliar é desejável, para evitar que os quartos traseiros da égua balancem de um lado para o outro durante a palpação.

Nos haras, ou onde há um grande número de cavalos alojados, os proprietários devem ser fortemente encorajados a construir bretes de contenção, para os numerosos exames realizados em cavalos.

O autor acredita que os bretes são muitas vezes demasiado grandes para cavalos. Para evitar movimentos laterais, o brete não deve ser muito maior do que 27 polegadas (69 cm); talvez 30 (76), no máximo. A 27 polegadas de largura conjunto de contenção acomoda a maioria das éguas de tração.

Se os bretes são muito largos, a cabeça da égua deve ser atraída para o lado oposto ao da pessoa que a está examinando. Isto é ilustrado acima pela linha verde e grande, a seta verde para os quartos traseiros. A pequena seta verde mostra a posição de uma corda na frente do peito da égua. Esta é utilizada para manter a égua perto da parte de trás do brete, perto do operador. Em essência, o quarto traseiro da égua deve ficar sempre o mais próximo possível do operador. Desse modo, o potencial para lesão no operador por um coice (raro) é minimizada. Neste caso uma corda deve ser utilizada por trás da égua também. Todas as cordas devem ser amarrados com nós de liberação rápida.

Quando não há bretes de palpação, o operador deve deixar a égua bem próxima à saída da porta da baia e se posicionar de maneira que o braço utilizado para a palpação não seja ferido se a égua se mover lateralmente (ver o anel vermelho na imagem abaixo).

Neste caso, a égua não tem nenhuma restrição no peito por isso ela deve ser impedido de avançar pelo manipulador. Um movimento súbito para a frente pode resultar em fissura retal quando o operador está colocando um objeto através da parede retal nesse momento. Um tranquilizante pode ser necessário (para a égua, não o operador!) em alguns casos. Finalmente, deve haver uma comunicação constante entre o operador e o auxiliar; mas assuntos como resultados de jogos e casamentos fracassados ​​não deve ser parte da discussão.

Tendo se aposentado recentemente, o autor pode agora dizer com segurança que ele nunca foi seriamente ferido ao examinar uma égua. Quanto à segurança pessoal, ele prefere que não haja uma porta sólida atrás da égua para estes exames. Lesões no braço esquerdo o levaram a essa convicção. Em vez disso, uma corda é colocado atrás da égua, para evitar um passo para trás a leve além da parte de trás da baia.

Principiantes devem estar cientes de que muito poucas éguas tem intenção de atacar o operador. Na verdade, a maioria vai submeter-se a exame transretal sem resistência. Ao contrário dos bovinos, a maioria das éguas têm linguagem corporal óbvia. Se uma égua tem suas orelhas fixadas para trás e está obviamente inquieta, não se deve ignorar esses sinais e além disso fazer uma ‘entrada brusca’ no reto pode significar um desastre. Segundo o Dr. Lofstedt, os piores operadores e os correm maior risco, são aqueles mais 'convencidos' de que sabem tudo. Veterinários inexperientes também devem estar cientes de que os proprietários (e, infelizmente, colegas também) podem fazer pressão sobre eles para realizar exames em condições perigosas. O autor sabe de casos em que isso não só resultou em ferimentos graves, mas até em morte. Os operadores devem resistir a tal pressão, mesmo que sua negativa seja considerada como insegurança ou 'covardia'.

A técnica:

Depois de a égua ser contida, um envoltório de cauda deve ser aplicado para evitar que os pelos entrem no ânus. Mesmo sendo considerado supérfluo por alguns, é, pelo menos, uma atitude profissional. O autor é mostrado aqui mantendo o rosto para o lado, levantando com uma mão a cauda de égua e, lentamente, introduzindo um dedo, em seguida, vários e depois a mão inteira em seu ânus. Lubrificação abundante é essencial. Com a égua relaxada, ele pode gradualmente se posicionar atrás dela. 

Com a segurança de que o brete de contenção está dentro das normas e medidas adequadas são tomadas, o profissional fica mais a seguro,  consciente de que as medidas de tomadas garantem tanto a sua própria segurança, como a do animal que depende de sua perícia.

Imagens e texto compartilhados do artigo de referência da LORI (Library of Reproduction Ilustration), do Dr. Rob Lofstedt, publicado em 17 de março de 2015.

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Cavalos podem ser canhotos ou destros! Veja como saber.

Publicado em 03/10/2016 às 15h36

Uma das coisas que nós descobrimos ainda jovens são nossa lateralidade, ou seja, se você é destro ou canhoto. Isso faz uma enorme diferença, especialmente na hora de escrever, abrir objetos, mas também se reflete nas nossas pernas por exemplo, ao chutar uma bola: Se você é destro, tende a se equilibrar melhor  ao chutar com a direita.

Lateralidade significa que eles preferem a direita ou esquerda ao executar uma variedade de atividades, tais como galope, alongar ou saltar. Saber que lado o seu cavalo prefere pode fazer uma enorme diferença para o sucesso da sua formação.

Em um estudo, 40 cavalos (machos = 20, fêmeas = 20) foram testados para ver se eles apresentavam sinais de lateralidade. Os procedimentos experimentais incluíam observar os cavalos livres e montados, isso permitiu analisar a direção que preferiam. Os resultados foram surpreendentes: Eles não só encontraram provas claras de lateralidade na maioria dos cavalos, mas também havia uma diferença sexual pronunciada, as fêmeas normalmente preferem a direita e os machos a esquerda. Os resultados foram publicados na revista científica americana Applied Animal Behavioral Science.

Acontece que há uma maneira ainda mais fácil de dizer de que lado o seu cavalo prefere: Basta olhar para os espirais na face do seu cavalo e ver o caminho que eles fluem. Por exemplo, se ele corre no sentido anti-horário quer dizer que provavelmente seu cavalo é canhoto, se ele corre no sentido horário há grandes chances dele ser destro!

comportamento cavalos

redemoinho pelo cavalo

Pode soar estranho, certo? Porém, esta lateralidade foi medida, registrada e publicada em diversas revistas científicas do comportamento de eqüinos.

Como nós, também existem aqueles que são ambidestros, eles representam cerca de 10% dos equinos conforme relatado em um outro estudo realizado com 219 cavalos.

Essa informação também é importante para a formação equitação e manipulação do cavalo. Por quê? Porque se você introduzir novas habilidades para o seu cavalo à direita e tiver um animal destro, você vai achar que você tem muito menos resistência. Pense desta forma: se alguém estivesse tentando lhe ensinar como realizar um exercício novo, seria mais fácil para você se experimentar pela primeira vez usando sua mão / perna direita ou esquerda?

A maioria de nós aprendem as coisas mais rápido quando praticá-lo primeiro com o nosso lado preferido. O mesmo é acontece para os cavalos. Portanto, esta é uma valiosa dica treinamento do cavalo para poupar-lhe algum tempo com tentativas e frustração!

Boa sorte!

Via: The thinking equestrian

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O passo a passo de um banho em seu cavalo

Publicado em 21/09/2016 às 14h33

O momento do banho é uma ótima oportunidade de 'brincarmos' com nosso cavalo. Além da necessidade do banho, ele pode se tornar um lazer para todos, especialmente nos dias quentes. Mas sempre devemos levar em consideração os cuidados que devemos tomar.

Preparação para um banho completo

Primeiro devemos separar o que precisamos: uma mangueira com um bico ajustável, dois baldes, esponjas grandes (em formato de meia-lua), um pote de selante de casco com aplicador, um shampoo suave, uma luva de borracha, um raspador de madeira (mais suave do que o plástico ou metal), um par de toalhas grandes, um banco ou escada e talco ou loção para as pernas do cavalo que tendem a ter pele seca.

Podemos trabalhar sozinhos a maior parte do tempo, mas se o seu cavalo é muito nervoso (ou você é), consiga um ajudante que pode segurá-lo e acalmá-lo com tapinhas e palavras tranquilizadoras.

 Molhando

1. Antes de ligar a mangueira, podemos usar uma pomada, ou óleo, nos cascos do cavalo para selá-los, protegendo-os de absorção de água, o que pode torná-los quebradiços, especialmente em climas quentes.

 2. Agora o molhamos todo (exceto a cabeça), com a mangueira em "chuveiro", trabalhando lentamente dos pés dianteiros e pernas (para garantir que ele está confortável com a mangueira), então sobre o ombro e depois o pescoço e a crina, sempre mantendo o jato de água longe de sua cabeça. Se não há água corrente, enchemos um balde e passamos a esponja generosamente, seguindo a mesma ordem.

 3. A partir do pescoço descemos pelas costas, para baixo nos flancos e patas traseiras e sob seu corpo, incluindo a barriga e área genital (felizmente, a maioria dos cavalos não se importa com um fluxo suave de água nessa região). Finalmente levantamos a cauda, ​​molhamos bem ao redor do ânus e para baixo entre as pernas e depois molhamos com a mangueira sob a cauda. O bom é que mesmo um cavalo nervoso com banho, normalmente se acalma depois que está completamente molhado.

 Ensaboando

1. Colocamos a esponja em um balde vazio, adicionamos água, em seguida, despejamos o shampoo sobre a esponja, adicionando mais água ao mesmo tempo para fazer bastante espuma. Mergulhando a esponja e adicionando água ou shampoo, conforme a necessidade para manter a espuma.

 2. Usando um movimento na direção contrária à dos pelos e espalhando sabão até a pele, começamos a ensaboar o pescoço, depois as patas da frente, costas, flancos, sob o corpo (incluindo atrás dos cotovelos, entre as pernas da frente e área genital) e para baixo das pernas traseiras.

 3. Em torno do ânus e entre as patas traseiras, usamos uma esponja diferente, reservada para essa área, com muita água.

 4. Mergulhamos a cauda no balde para molhar e ensaboar bem. Devemos espalhar o sabão cuidadosamente com os dedos (o pelo da cauda é grosso, para ter certeza que o sabão penetra), até o final da cauda, ​​adicionando água para mantê-lo ensaboado.

 5. Agora voltamos para a crina, certificando-nos de que está bem molhada, despejamos um pouco de shampoo diretamente nas mãos e usamos os dedos (e talvez uma luva de borracha) para trabalhar bem a espuma, até as raízes. Então passamos por cima de todo o corpo de novo, na mesma ordem, com a luva, molhando com frequência e esfregando bem. A luva funciona como uma escova de borracha, deslocando e levantando o pelo solto – e a fricção rítmica estimula a circulação e faz com que o cavalo se sinta bem.

 Lavagem completa

1. Em seguida, vem uma boa lavagem. Com a mangueira (ou uma esponja nova e um balde de água limpa), voltamos a subir pelas patas dianteiras para o ombro.

 2. Mantendo o spray longe da cabeça, vamos trabalhando do pescoço para baixo e na crina, em seguida o dorso, flancos, a parte inferior e as pernas, raspando com a mão livre e aplicando mais água até que esta escorra bem clara (podemos usar a luva também para ter certeza de que não há sabão sob o pelo mais grosso). Devemos ser particularmente cuidadosos para enxaguar a parte das costas (onde os resíduos de sabão poderiam causar irritação sob a sela) e da barriga (onde acumula água e sabão depois de correr pelos flancos) e verificando as pernas cuidadosamente. Mangueira em uma mão, luva na outra – para se assegurar de que os cascos estão totalmente livres de sujeira.

 3. Depois de levantar a cauda e usar a mangueira cuidadosamente entre as pernas traseiras, damos à cauda uma lavagem completa, verificando com os dedos se os pelos da cauda estão completamente livres de espuma, até as raízes.

 4. Para secar o cavalo, primeiro usamos o raspador, começando no pescoço e raspando para baixo no sentido do pelo, usando um pouco de pressão, mas não muita para não se tornar incômodo. Seguimos pela crina, as laterais e a parte frontal do pescoço; em seguida, o ombro, ao longo das costas (não sobre a coluna vertebral, mas para baixo de cada lado), sobre os quartos traseiros, e para baixo e sob a barriga e os flancos. Nessa pequena área do flanco, onde o pelo cresce de maneiras diferentes, viramos o raspador de modo a passá-lo na direção do pelo.

 5. Fica muito difícil usar o raspador nas pernas, então usamos uma esponja limpa, torcendo-a com frequência conforme vamos passando. Então usamos a toalha para secar o corpo, sendo especialmente cuidadosos para secar a barriga e todo o caminho até as pernas. Em um clima quente, as pernas úmidas são propícias a criar bactérias. Então penteamos a crina, mesmo ainda um pouco molhada.

 Lavar o rosto

1. Agora, com o corpo limpo e o cavalo acostumado com o banho, lavamos o rosto e cabeça (em pé sobre um banquinho ou escada para o conforto dele e o seu). Mergulhamos a esponja em água limpa, torcendo-a para que não fique pingando, depois passamos por todo o rosto e a cabeça para molhar bem: primeiro dos olhos para baixo, depois para cima sob o topete (tendo o cuidado de não deixar cair água em seus olhos), atrás das orelhas, pelas faces e depois sob a cabeça.

 2. Em seguida, torcer a esponja com sabão para que ele não pingue e lavar atrás das orelhas, sobre as bochechas e sob os olhos; em seguida, na frente das orelhas, acima dos olhos, e para baixo do nariz, tomando cuidado para que não fique espuma muito perto dos olhos.

 3. Não usamos muito sabão, não é preciso. Se o rosto estiver muito sujo, podemos usar esponja e sabão. Passando por todo o rosto, bochechas, atrás das orelhas e sob a cabeça - com a luva no queixo e na área entre as mandíbulas, que costumam ficar mais sujos. Enxaguamos com um balde de água limpa e uma esponja nova, enxaguando a esponja frequentemente conforme preciso. Despejamos a água desse balde, lavamos a esponja e tiramos a espuma restante, enxaguando de novo com esponja e água limpa para ter certeza de que não resta mais sabão. Em seguida, limpe a área das narinas.

 Retoques finais

1. Terminamos de secar a cabeça com uma toalha grande, para secar bem - incluindo em torno das orelhas.

 2. Finalmente, com corpo e rosto bem secos, podemos usar uma loção ou talco nas pernas do cavalo, que ajuda aos de pele sensível a se sentir mais confortável.

 

Este texto foi adaptado de um artigo publicado originalmente na edição da revista Practical Horseman Abril de 2003.

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Três tipos de piso para o corredor das cocheiras

Publicado em 19/09/2016 às 12h24

Ele é quem vai nos levar de um lugar para outro dentro do pavilhão, sobre ele que nossos clientes e funcionários irão caminhar. O corredor de um estábulo é onde passamos boa parte do dia, indo de um lugar a outro, escovando cavalos ou simplesmente ficar por ali, esperando para montar o próximo animal, conversando; é ao mesmo tempo uma área de circulação, um foyer e até uma sala de estar. Também é um lugar de primeiras impressões: é lá que os visitantes irão conhecer seu espaço, o primeiro lugar do interior do pavilhão que irão ver.

Por causa de todo movimento e múltiplo uso que o corredor das cocheiras tem, existe uma linha tênue entre um material incomodo a um perigoso. 

Concreto - É uma solução relativamente comum, por sua durabilidade e fácil manutenção. Um dos maiores inconvenientes deste material é que pode se tornar muito escorregadio, especialmente se o cavalo estiver molhado, uma solução alternativa é texturizar deixando sua superfície rugosa, mas há que ter cautela para não torna-lo abrasivo. E como o seu próprio nome sugere, ele é rígido, pouco maleável, tem forte impacto nos tendões.

Tapetes/ esteiras de borracha - De fácil adaptabilidade, podem ser instalados sobre qualquer superfície, seja ela um piso de terra compactada ou de concreto. Enquanto a texturização do concreto pode reduzir o risco de escorregamento, tapetes de borracha podem mitigar ambos os perigos de escorregamento e a questão conforto. Tapetes de corte personalizado de borracha, que se interligam, podem criar uma aparência uniforme que não comprometa a estética, no entanto, um dos inconvenientes está na junção do piso com o tapete, que pode ser desgastar mais nas extremidades e "dobrar" com o tempo, para evitar acidentes é necessário fazer a troca do piso sempre que isso aconteça. Também, as esteiras podem ser mais difíceis de levantar para lavar e depois coloca-las no lugar.

PISO PARA CORREDOR DE COCHEIRAS

Piso intertravado de borracha-  Continuam a crescer em popularidade pois oferecem a estabilidade e durabilidade do concreto, mas oferecem segurança por serem antiderrapantes e macios para os tendões. É um material nobre que não tem produz poeira, mas assim como os pisos de concreto, devem ser trabalhados com sistema auxiliar de drenagem. Possuí uma variedade de formas, tamanho e cores para atenderem a estética e deixarem o corredor mais atrativo. 

PISO PARA CORREDOR DE COCHEIRAS

 

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Plantas venenosas para cavalos - Veja quais são

Publicado em 12/09/2016 às 08h58

Dê um passeio através de qualquer piquete e  entre as gramas que você vai encontrar um grande número de plantas diferentes. Videiras pequenas, ervas daninhas, algumas flores silvestres- as chances de que pelo menos algumas delas são tóxicas para os cavalos são grandes. Centenas de plantas venenosas crescem diariamente nas pastagens  "Eu desafio qualquer um a me dizer que eles têm um pasto com zero plantas venenosas", diz Jeffery Hall, DVM, PhD, um toxicologista da Universidade Estadual de Utah.

A boa notícia, é claro, é que a grande maioria dessas plantas representam pouca ameaça aos cavalos. Por um lado, a maioria delas são intragáveis, uma vez que os cavalos que estão enchendo-se de forragem de qualidade dificilmente irão se atrair pelas folhas amargas que povoam seu pasto. Outro fator que protege cavalos é seu tamanho - um animal de 450kg deve consumir quantidades significativamente elevadas de toxinas para sentir quaisquer efeitos.

No entanto, algumas plantas são motivo de preocupação tanto porque mesmo uma mordiscada curiosa pode significar muito. Então vale a pena conhecer pelo menos algumas delas para que você possa elimina-las de suas pastagens ou evita-las em um passeio na estrada, ao longo de cursos d'água.

O cogumelo Ramaria flavobrunnescens causa intoxicação expontânea, a presença é mais frequente em animais que têm acesso a bosques de eucalipto e já é conhecida como "mal do eucalipto". Presente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

A Conium maculatum conhecida pelo nome comum de cicuta  é uma espécie herbácea pertencente ao género Conium da família Apiaceae. A planta é conhecida por dela se extrair a cicuta, uma potente mistura utilizada na Europa desde a antiguidade clássica como veneno.

Plantas venenosas para cavalos - cicuta

Tetrapterys Multiglandulosa popularmente conhecida como Cipó-preto, Cipó-ruão, Cipó-vermelho, é uma planta perene, presente em todos os estados da região Sudeste. A intoxicação ocorre mais no período da seca, quando os animais passam por restrição alimentar, pois a planta tem baixa palatabilidade, exceto os brotos jovens, que apresentam boa palatabilidade. Mesmo na seca a planta se mantém verde nos pastos, atraindo os animais.

plantas toxicas para cavalos

Lantana spp, a chumbinho, camará, cambará, margaridinha possuí ampla distribuição pelo Brasil sendo descrita nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. As intoxicações ocorrem mais situações de escassez de alimento e superlotação de pastagens, após as primeiras chuvas, pois a planta brota mais rapidamente. Os princípios tóxicos são o Lantadene B e Lantadene A. 

planta venenosa cavalo

A Pteridium aquilinum, popularmente chamada de samambaia do campo ou simplesmente samambaia, é uma planta perene, rizomatosa, herbácea, ereta e ramificada, medindo entre 50 a 180 cm de altura.Os cavalos não costumam recorrer naturalmente a esta planta, excepto há quando escassez de erva ou feno. Muitas vezes, esta planta vem misturada no feno, por isso é preciso atenção redobrada.

samambaia venenosa para cavalos

A Palicourea marcgravii, conhecida como cafezinho, erva de rato ou café bravo. É considerada a principal planta tóxica do Brasil – ampla distribuição geográfica, bem aceita pelos cavalos pela pequena quantidade para toxidez, seu consumo excessivo é que preocupa.

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Enterolobium maximum , ou timbauba. É uma árvore frondosa, sem cheiro, de cerne marrom-claro a cinza-rosado. Uma das principais plantas venenosas no norte do país.

A Baccharis cordifolia conhecida por mio-mio também causa problemas, especialmente no sul do país onde já tivemos um surto de intoxicação nas regiões de divisa com Argentina e Uruguai, levando a quadros agudos e fatais em um grande número de bovinos.

mio mio planta toxica para equinos e bovinos

A Senecio spp também conhecida como Tasneirinha, flor-das-almas e maria-mole é uma planta anual, que floresce a partir do mês de outubro e apresenta inflorescências amarelas, comportando-se como invasora de culturas e pastagens nativas. É encontrada na região Centro-Sul do Brasil. Os animais se intoxicam pela ingestão acidental da planta com feno e silagem, pois, a mesma é pouco palatável. Seu principio ativo são os alcalóides pirrolizidínicos hepatotóxicos e causadores de lesão crônica irreversível.

Plantas venenosas para cavalos

Fontes de pesquisa e imagens: http://www.gege.agrarias.ufpr.br/Portugues/Arquivos/Plantas%20toxicas%20de%20pastagens.pdf

http://www.ruralnews.com.br/visualiza.php?id=694

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-736X2006000200005

http://rehagro.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1829

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Trailers para cavalos e proprietários

Publicado em 18/08/2016 às 10h49

Na hora de viajar, todos tem que estar muito bem acomodados. Temos alguns exemplos para que vejam que isso não é impossível e podemos unir o conforto do animal com o dos cavaleiros e ainda caprichar no visual.

Trailer completo para cavalos e cavaleiros

Primeiro temos que ter um projeto para estudarmos as dimensões necessárias para os cavalos, quantidade de baias e depósito de material. Claro que esse projeto vai depender das necessidades de cada um.

Projeto do interior do trailer

Interior do trailer

O conforto do animal é o mais importante nesse caso, já que seu stress pode ser muito prejudicial.

Baias do trailer

Mas isso não impede que caprichemos nas comodidades dos cavaleiros.

Luxo e comodidade no trailer

Trailer com comodidade e aconhchego

A viagem não precisa ser um sacrifício para ninguém, concordam?

 

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